Fernando Holiday, foi chamado de Capitão do Mato na cara, e não fez nada, assista:

Tiago Pará mandou na cara de Fernando Holiday que ele é Capitão do Mato. Será que foi processado?

*Está parecendo a mesma História do Mamãe chorei, quando disse que “quebrou a Coluna”, com um Tapa de Ciro Gomes!

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“Copa do Mundo não mobiliza mais o Brasil”, diz Le Monde

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Vista da favela da Rocinha durante o jogo Brasil x Suíça pela Copa do Mundo da Rússia, em 17 de junho de 2018.REUTERS/Bruno Kelly

Os franceses estão surpresos, e não é pra menos. Em uma reportagem publicada na edição deste domingo (17), a correspondente do jornal Le Monde em São Paulo, Claire Gatinois, entrevistou uma série de brasileiros e especialistas para entender porque a competição não faz vibrar em 2018 os pentacampeões do mundo.

Segundo o jornal francês, a Copa não dissimula os casos de corrupção de dirigentes políticos brasileiros e do futebol. Rafael Marum, brasileiro de 35 anos, normalmente “apaixonado por futebol”, declarou a Le Monde que estava “pouco ligando [para a competição] este ano”. “E eu não posso mais vestir essa coisa verde e amarela. Virou o símbolo de uma manipulação política”, explica ele ao diário.

Le Monde conta ainda que os camelôs brasileiros tentaram oferecer uma “versão vermelha” da camisa da seleção, com “as cores do PT”, mas que também “não deu certo”. “O país não vibra mais como nas outras Copas. As ruas normalmente pintadas com as cores nacionais continuam cinzas”, constata a reportagem, que completa dizendo que “as conversas ficam mais em torno da corrupção política em Brasília do que do quinto metatarso do pé direito de Neymar, que sofreu uma fissura no fim de fevereiro”.

53% dos brasileiros não possuem interesse pela Copa

“O país do futebol parece virar as costas para sua paixão, e a derrota por 7 X 1 para a Alemanha, em 2014, é apenas uma pequena parte disso”, analisa a correspondente do Le Monde no Brasil, Claire Gatinois. “Segundo uma pesquisa do Instituto Datafolha de 12 de junho, 53% dos brasileiros afirmam não ter interesse pelo evento”, lembra.

O jornal francês publica que as estatísticas são ainda mais surpreendentes “quando sabemos que a equipe brasileira está entre as favoritas para vencer o Mundial, após ter vencido a Olimpíada em agosto de 2016, em casa”. Segundo o sociólogo Ruda Ricci, entrevistado por Le Monde, “a Copa do Mundo sempre foi uma válvula de escape para o país. Um momento coletivo, de comunhão nacional. Mas, hoje em dia, a imagem deste coletivo está destruída. O Brasil não tem mais autoestima”, diz.

O jornal publica que “a ferida é profunda”. “Envergonhados de um país que continua a descer em direção ao abismo de uma crise política, econômica e ética, os brasileiros não têm vontade de celebrar uma equipe com as cores de sua bandeira”, diz. “O país está apagado”, declara a Le Monde o comentarista esportivo Paulo Calçade, da ESPN. “O mundo do futebol se tornou um espelho das misérias brasileiras. Encontramos dentro dos clubes as mesmas intrigas e cambalachos que na vida política”, conclui.

Dois membros da equipe de Bolsonaro já se envolveram em corrupção

Membros da equipe econômica de Bolsonaro são ultraliberais e dois deles já se envolveram em escândalos de corrupção

Todos eles defendem as reformas de Temer e as privatizações. Um deles, Sachsida, é um ativista político e mantém um canal no Youtube

O colunista do jornal O Globo Lauro Jardim divulga numa pequena nota qual será a equipe econômica que  o pré-candidato à presidência Jair Bolsonaro deve anunciar nos próximos dias. Fórum pesquisou o histórico de todos os citados e traz em primeira mão um perfil dos economistas. Todos são ultraliberais. Um deles defende a Escola Sem Partido e dois foram acusados de corrupção. Saiba quem são eles.

Adolfo Sachsida
Pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Adolfo Sachsida é apontado como o conselheiro de economia de Jair Bolsonaro. Segundo o Ipea, ele é doutor em economia pela Universidade de Brasília e concluiu seu pós-doutorado na Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, além de ter sido consultor do Banco Mundial para a Angola.

Embora seja economista, Sachsida é um ativista político. Mantém um canal no Youtube, onde há vídeos em defesa do Escola sem Partido, com elogios às reformas do governo Temer e comemora a prisão do ex-presidente Lula. Em um dos vídeos mais vistos, ele diz que Hitler era de esquerda. Filiado ao DEM, o pesquisador concorreu a deputado distrital nas eleições de 2014.

Em julho do ano passado, Mendonça Filho, ministro da Educação, o nomeou como assessor especial da pasta, mas desistiu uma dia depois com a revelação de postagens de Sachsida nas redes sociais em defesa do movimento Escola sem Partido.

Em um de seus artigos, ele defende prender mais “bandidos” como política de segurança pública. Vale lembrar que o Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo.

Rubem Novaes
Rubem de Freitas Novaes foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), presidente do Sebrae e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV). Tem PhD em Economia pela Universidade de Chicago, nos EUA. Neoliberal, é um defensor das reformas de Temer. Membro do Instituto Millenium, em 2015, já escreveu artigo defendendo a privatização da Petrobras.

É citado no caso Marka-FonteCindam, escândalo financeiro na crise cambial deflagrada em janeiro de 1999 (início do segundo governo de Fernando Henrique Cardoso). O economista foi apontado como suposto intermediário de um esquema de vazamento de informações privilegiadas para o mercado. Negou tudo, mas, depois, em depoimentos, confirmou suas ligações com Cacciola.

A juíza Ana Paula Vieira de Carvalho, da 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, decidiu declarar os crimes prescritos, em 2016, alegando que já tinham se passado mais de oito anos da última condenação, em 2005. O processo tinha cerca de cem volumes e teria causado um prejuízo ao governo federal de US$ 1,5 bilhão. Os principais acusados receberam, inicialmente, penas de 10 a 12 anos, mas só o banqueiro Salvatore Cacciola, ex-dono do Marka, ficou pouco mais de três anos preso porque havia fugido e, em decorrência disso, perdera direito aos benefícios legais. Os demais condenados jamais cumpriram um só dia da pena.

Marcos Cintra
Defensor do imposto único. Cintra é integrante do governo do presidente Michel Temer. Ele preside a Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa (Finep) desde 2016 – vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia, cujo ministro é Gilberto Kassab. Também é membro do Instituto Millenium, onde publica artigos em defesa da redução de impostos.

Foi secretário do Planejamento, Privatização e Parceria do Município de São Paulo em 1993, na gestão de Paulo Maluf. Em 1998, foi eleito deputado federal pelo PL de São Paulo. Em fevereiro de 2013, o economista filia-se ao PRB, e assume o comando do partido em São Paulo.

Em 2011, quando era secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, em São Paulo, foi um dos principais entusiastas da venda de um terreno avaliado em até R$ 200 milhões no Itaim Bibi, na capital paulista, onde funcionavam creches e outros serviços públicos. Para avaliar o terreno de 20 mil m², ele contratou a incorporadora JHSF – que tinha interesse na compra e que tinha a sua, Luiza Cintra, como funcionária.

Além disso, a empresa foi responsável pela construção de uma mansão para Cintra, no interior de São Paulo. A casa de cinema em Porto Feliz tinha nove suítes e 7000 metros quadrados de área útil. Em 2014, reportagem da Época dizia que a casa estava à venda.

Roberto Castello Branco
Doutor em Economia pela FGV EPGE e Post Doctoral Fellow in Economics, Departamento de Economia da Universidade de Chicago. Foi Professor da EPGE/FGV, Presidente Executivo do IBMEC, Diretor do Banco Central do Brasil, Diretor Executivo de instituições financeiras e Diretor e Economista Chefe da Vale S.A.. Participou do Conselho Diretor de várias entidades de classe ligadas ao mercado de capitais, mineração, comércio internacional e investimento direto estrangeiro, além de ter sido membro do Conselho Curador da Fundação Getúlio Vargas.

Defendeu o impeachment da presidenta eleita Dilma Rousseff. Na época, disse que “a presidente era fraca”. Também defende as privatizações e as reforma do governo Temer.

Abraham Weintraub e Arthur Weintraub
No dia 13 de novembro do ano passado, Jair Bolsonaro lançou em sua página do Facebook uma nota defendendo um Banco Central independente assinada pelo professor da Unifesp e de seu irmão Arthur Weintraub. Abraham é ex-diretor da corretora do Banco Votorantim, de São Paulo, é professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e mestre em Administração na área de Finanças pela Faculdade Getúlio Vargas. Arthur é professor de Direito Previdenciário e de Direito Atuarial da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Graduado em Direito pela USP, mestre e doutor em Direito Previdenciário pela USP.

Dias depois da nota, estudantes dos centros acadêmicos de Economia e Relações Internacionais e do diretório acadêmico XIV de março lançaram posicionamento público em desagravo ao apoio dos professores ao candidato à presidência do PSC.

Os dois professores responderam à nota dos estudantes em tom jocoso e desvirtuam o conteúdo do debate afirmando que os alunos de economia “puxam a média do campus para baixo” e que “esperam ansiosamente pela ditadura do proletariado”. Depois do ocorrido, estudantes afirmam que estão recebendo ameaças de seguidores do deputado.

Via: Revista Fórum

Ex-secretário de Porto de Galinhas é um dos que assediaram garota russa na Copa em vídeo que viralizou

Via: Diário do Centro do Mundo

Em um vídeo publicado na noite de sábado, dia 16, um grupo de homens se aproximou de uma jovem estrangeira, aparentemente russa, e fez um vídeo com ela.

Animados, os brasileiros cantaram “essa buceta é bem rosinha”. A moça, que obviamente não entende uma palavra em português, fazia coro com eles.

Um deles foi identificado: é o ex-secretário de Turismo de Ipojuca (PE), município onde fica Porto de Galinhas. Jatobá era do PSB e próximo do prefeito Pedro Serafim.

Em 2013, uma foto sua manuseando um maço de dólares viralizou. “Era brincadeira de amigos dentro de uma casa de câmbio, que, por descuido, caiu nas redes sociais”, explicou.

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‘Impotentes e frustrados’ são os mais agressivos na internet

VIA BBC BRASIL

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Image captionPamela Rutledge é diretora do Media Psychology Research Center (Centro de Pesquisas sobre Psicologia e Mídia), na Califórnia, dedicado a estudar a relações entre a mente e a tecnologia

Impotência, frustração e uma necessidade de se impor sobre outras pessoas. Assim, a psicóloga americana Pamela Rutledge, diretora do Media Psychology Research Center (Centro de Pesquisas sobre Psicologia e Mídia), na Califórnia, avalia a agressividade de muitos “comentaristas” de redes sociais em tempos de polarização política no Brasil.

Referência em um ramo recente da psicologia dedicado a estudar as relações entre a mente e a tecnologia, Rutledge ressalta que as pessoas “são as mesmas”, tanto em ambientes físicos quanto virtuais. Mas faz uma ressalva sobre a impulsividade de quem dedica seu tempo a ofender ou ameaçar pessoas nas caixas de comentários de sites de notícias e páginas de política:

“Já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento obedece a regras sociais, mas ainda não percebemos que o mesmo vale na internet”.

Leia mais: Por que o Facebook mantém no ar páginas que pregam morte a políticos?

Além da polarização política ou ideológica, a especialista comenta a ascensão de temas como diversidade sexual, racismo e machismo ao debate público, graças às redes sociais.

“Tudo isso já acontecia, mas não tínhamos conhecimento.”

Leia os principais trechos da entrevista.

BBC Brasil – Estamos mostrando o nosso ‘lado negativo’ nas redes sociais?

Pamela Rutledge – As pessoas são as mesmas, online ou offline. Mas a internet tem a ver com respostas rápidas. As pessoas falam sem pensar. É diferente da experiência social offline, em que você se policia por conta da proximidade física do interlocutor. Nós já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento obedece a regras sociais, mas ainda não percebemos que o mesmo vale na internet.

BBC Brasil – No Brasil, a polarização política tem levado pessoas com visões distintas a se ofenderem e ameaçarem, tanto em comentários em sites de notícias quanto nas redes sociais. A internet estimularia o radicalismo?

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Rutledge – As redes sociais encorajam pessoas com posições extremas a se sentirem mais confiantes para expressá-las. Pessoas que se sentem impotentes ou frustradas se comportam desta maneira para se apresentarem como se tivessem mais poder. E as pessoas costumam se sentir mais poderosas tentando diminuir ou ofender alguém.

BBC Brasil – Os comentários na internet são um índice confiável do que as pessoas realmente acreditam?

Rutledge – Depende do tópico. Mas as pessoas que tendem a responder de maneira agressiva não representam o sentimento geral.

BBC Brasil – As pessoas com opiniões menos radicais têm menos disposição para comentar do que as demais?

Rutledge – Sim. Porque os comentários agressivos têm mais a ver com a raiva das pessoas do que com uma argumentação para mudar a mente das outras. Quem parte para a agressividade, não está dando informações para trazer alguém para seu lado, estas pessoas querem apenas agredir.

BBC Brasil – A “trollagem”, gíria de internet para piadas ou comentários maldosos sobre anônimos e famosos, muitas vezes feitos repetidamente, é vista por muita gente como diversão. Há perigos por trás das piadas?

Rutledge – No caso das celebridades que são alvo da ”trollagem”, os fãs vêm defendê-las, então, elas não costumam precisar tomar qualquer iniciativa. No caso dos anônimos, a recomendação é usar ferramentas para solução de conflitos, como encorajar seus amigos e conhecidos a não serem espectadores, mas a tomarem atitudes em defesa do ofendido. Isso não significa discutir com os autores das ofensas, porque isso alimenta os ”trolls” e é isso que eles querem.

BBC Brasil – Os procedimentos de segurança do Facebook e do Twitter sãosuficientes para proteger os alvos de bullying?

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Rutledge – Seria ingênuo esperar que qualquer companhia, mesmo do tamanho do Facebook e do Twitter, seja capaz de monitorar e ajudar neste tipo de situação. E não dá para deixar só para as empresas aquilo que devemos ser responsáveis, nós mesmos. É importante que as pessoas entendam como funcionam as ferramentas e seus mecanismos para privacidade. Se a conclusão for que o Facebook não oferece o suficiente, que as pessoas se posicionem e reclamem: ”Não é suficiente”.

BBC Brasil – Que tipo de doenças são ligadas ao uso da internet ou das redes sociais?

Rutledge – A resposta simples é não, não há doenças causadas pela internet. Há preocupações recorrentes com o vício em internet ou em redes socais. Mas vícios são doenças bastante sérias e a internet não cria personalidades com vícios. As pessoas usam as redes da mesma forma que usam álcool, jogos, chocolate, ou qualquer outra coisa que mascare problemas maiores.

BBC Brasil – Problemas como…?

Rutledge – Falta de autoestima, depressão. É importante chegar à real causa do vício, apenas cortar a internet não muda nada.

BBC Brasil – Temas como diversidade sexual, racismo e machismo, vistos como tabus até recentemente, são hoje bastante populares online. Como vê estes tópicos ganhando atenção?

Rutledge – É sempre positivo que as pessoas debatam e desenvolvam seu conhecimento sobre temas. Mesmo que a conversa termine de forma negativa, isso ainda vale para que se perceba o que está acontecendo a seu redor. Afinal, tudo isso já acontecia, mas não tínhamos conhecimento – e isso significa que estamos nos aproximando da possibilidade de transformá-las.

BBC Brasil – Quais são os conselhos para os pais ajudarem seus filhos a não embarcarem nas ondas de ódio das redes sociais?

Rutledge – A primeira coisa é conversar com as crianças desde muito cedo sobre tecnologia. Muitos evitam porque não entendem bem a tecnologia. Mas a tecnologia é apenas o “lugar” onde as coisas estão acontecendo; o principal ainda são os valores. Então, se algo está acontecendo em qualquer plataforma que os pais não conheçam bem, a sugestão é que chamem as crianças e peçam que elas deem seu ponto de vista. Aí sim eles poderão entender como as crianças estão lidando com a questão e, a partir daí, decidir quais devem ser as preocupações. A responsabilidade pode ser compartilhada. É importante ensinar os filhos a pensarem criticamente.

BBC Brasil – Muitos acham que ler históricos de conversas dos filhos ou usar apps para controlá-los é a melhor forma de ajudar as crianças. O controle é uma boa saída?

Rutledge – Os pais precisam entender que devem escutar seus filhos. Claro que cada situação tem suas características, mas geralmente controlar significa que você não conversou com eles e não lhes deu oportunidades para tomar decisões.

O problema é que, em algum momento, eles vão precisar tomar decisões por si mesmos e você não vai estar ali, nem o seu “app de controle”. Então, é muito melhor dialogar, e isso costuma ser muito difícil para os pais, que tendem dizer o que os filhos devem fazer, sem conversa.

SURREAL: Holiday, que diz ser Gay, não está fazendo sexo para Respeitar à Bíblia

VIA: IG GAY

Fernando Holiday (DEM) foi o primeiro homem abertamente homossexual eleito em São Paulo, em 2016

Primeiro político abertamente homossexual eleito para a Câmara dos Vereadores de São Paulo, em 2016, Fernando Holiday disse que não faz sexo.

Curta o Guia Gay São Paulo no Facebook

O motivo é para não contrariar um mandamento presente no Levítico, terceiro livro da Bíblia: “Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse uma mulher, ambos terão praticado abominação”.

Em entrevista concedida à Época, em março, Holiday, na ocasião, não tinha relações há sete meses. Segundo a reportagem, que só foi publicada esta semana, o vereador pretende continuar com sua homossexualidade abstêmica.

“O fato de eu namorar outro homem é um pecado. O fato de eu ter um desejo constante por outra pessoa do mesmo sexo, mas não fazer isso, não é um pecado. É a única saída em estar na Igreja Católica e ser homossexual”, disse.

Oposto ao que ocorre no País, Holiday cresceu frequentando igrejas evangélicas, mas hoje é católico. Ele é contra cotas raciais e o ativismo LGBT, e, portanto, bastante combatido por ambos os segmentos.

Mesmo crítico da gestão do ex-prefeito João Doria (PSDB), ele deve apoiá-lo em sua candidatura ao Governo do Estado. Holiday diz que ficará em seu mandato até o final e que tentará a reeleição em 2020. À presidência, seu candidato é Flávio Rocha, o dono da Riachuelo.

“É preciso debater mais o que é conservadorismo no Brasil — e aí vem um saldo muito negativo do senhor Jair Messias Bolsonaro. O extremismo que ele representa e a forma como ele expõe suas ideias trazem uma impressão muito ruim do que seria o conservadorismo”.

Holiday pertence ao Movimento Brasil Livre (MBL), que combate programas contra a homofobia nas escolas e exposições como a Queermuseu, que passou por Porto Alegre e Rio de Janeiro.

POR MEDO DE DILMA AÉCIO NEVES VAI DISPUTAR CÂMARA FEDERAL

ELEIÇÕES.

Peça fundamental no golpe que está vendendo vendendo o Brasil com tudo dentro, o mineiro tucano golpista Aécio Neves já confidenciou a amigos e aliados mais próximo de que pretende ser candidato a deputado federal.

A estratégia do tucano é muito clara se esconder da grande mídia em uma campanha menor em termos de visibilidade, e tem a garantia de que a elite mineira é capaz de manter este golpista no congresso nacional destruindo o país pois ainda tem força política para manipular os partidos nanicos para montar uma chapa forte capaz de deixar ele vivo no tabuleiro do poder.

Com informarções da VEJA

Desinteresse com a Copa bate recorde e atinge 53% no país, aponta Datafolha

VIA: BAHIA NOTÍCIAS

O desinteresse dos brasileiros com a Copa aumentou às vésperas do início da disputa na Rússia, marcado para esta quinta-feira (14). O primeiro jogo do Brasil será domingo (17), contra a Suíça, às 15h. De acordo com a pesquisa nacional do Datafolha, divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo e realizada na semana passada, 53% dos brasileiros afirmam não ter nenhum interesse pelo Mundial, isso em um ano eleitoral, com a economia fraca e ainda na ressaca de uma manifestação de caminhoneiros que quase paralisou o país. No final de janeiro, o índice de desinteressados era de 42%. Segundo o Datafolha, a marca de agora é a pior às vésperas do torneio desde 1994, quando o instituto fez a pergunta pela primeira vez. O desinteresse pelo Mundial da Rússia se destaca entre as mulheres (61%), pessoas de 35 a 44 anos (57%), moradores da região Sul (59%) e aqueles com renda familiar de até dois salários mínimos (54%). O Datafolha ouviu 2.824 pessoas em 174 municípios na quinta (7) e sexta-feira (8), e a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Para o jornal Estadão, Temer é bom e o povo não percebe

Editorial do jornal O Estado de S.Paulo passa à história como um dos mais sabujos e ilustrativos do pensamento da elite brasileira: Temer é um excelente governante e o povo é ignorante, não presta; um dos trechos do editorial inusitado afirma: “Tome-se o exemplo das recentes pesquisas de opinião que qualificam Michel Temer como o mais impopular presidente da história do País e expressam profundo pessimismo a respeito da economia. Em nenhum dos dois casos a percepção se sustenta nos fatos”

247 – Editorial do jornal O Estado de S.Paulo desta terça (12) passa à história como um dos mais sabujos e ilustrativos do pensamento da elite brasileira: Temer é um excelente governante e o povo é ignorante, não presta. Um dos trechos do editorial inusitado afirma: “Tome-se o exemplo das recentes pesquisas de opinião que qualificam Michel Temer como o mais impopular presidente da história do País e expressam profundo pessimismo a respeito da economia. Em nenhum dos dois casos a percepção se sustenta nos fatos”.

Os redatores do texto revelam sua inconformidade com o fato de o povo brasileiro rejeitar Temer e desejar o retorno do PT ao poder. Buscam estabelecer uma comparação entre Temer e Dilma que aproxima-se de um delírio, ao aferrar-se ao discurso do golpe em 2015/2016, completamente desmoralizado: “Por nenhum parâmetro racional se pode considerar o presidente Temer pior, por exemplo, do que sua antecessora, Dilma Rousseff, que praticamente arruinou a economia nacional e foi defenestrada da Presidência, entre outras razões, por ser incapaz de se relacionar com o Congresso. Temer, ao contrário, restabeleceu o diálogo com deputados e senadores e, a partir dessa base, essencialmente democrática, criou as condições necessárias para reorganizar as contas públicas e encaminhar uma importante agenda de reformas. Tudo isso, aliado à escolha de uma competente equipe econômica, controlou a inflação, que sob Dilma havia desembestado”.

O jornal conservador e seus proprietários e dirigentes parecem viver num Brasil de contos de fadas. Para eles, o governo Temer “tirou o País da recessão e devolveu ao setor produtivo a capacidade de crescer e gerar empregos”. Além da opinião popular, não há indicadores econômicos que deem sustentação à tese do jornal que já foi um dos principais do país e arrasta-se há anos numa decadência melancólica. No fim do texto, os editorialistas suspiram, desejosos de que os eleitores passem a apoiar Geraldo Alckmin. Como se vê, o “Estadão” vive num mundo paralelo, frequentado pelas elites, enquanto o povo vive no mundo real, de desemprego, e ampliação sem precedentes da miserabilidade e de um único desejo para as eleições: Lula.

Moradores pintam rua com cores da Argentina como forma de protesto

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(Foto: Catarina Malheiros/Divulgação)

Via: O POVO

Como forma de protesto pela situação do país envolvendo corrupção, moradores de Teresina resolveram decorar a Rua para Copa do Mundo com as cores da Argentina. O caso aconteceu no bairro Real Copagre, na zona Norte de Teresina.

O tradicional verde e amarelo foi substituído pelo azul e branco da Argentina, eterna rival do Brasil dentro e fora do mundial de futebol. A gente estava querendo fazer um protesto por conta das coisas ruins que estão acontecendo no país. Falei com a comunidade e nós resolvemos torcer pela Argentina”, disse Raimundo, um dos responsáveis pelo ato.

Raimundo conta que dos 13 moradores da rua, apenas um se recusou. “Só uma pessoa não aceitou, pois ela disse que, mesmo com o que está acontecendo, seu coração fala mais alto pelo Brasil. Os outros estão viajando e não conseguimos autorização”, finalizou.

O investimento custou pouco mais de R$ 300,00 e valeu muito segundo o idealizador. A rua logo ficou famosa e já está ganhando as redes sociais. Fotos foram postadas no Facebook estão viralizando nos grupos de whatsapp e Twitter.