JOESLEY TURBINOU JORNAL MINEIRO O DIA, PARA APOIAR AÉCIO

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Para repassar dinheiro para Aécio neves, o empresário Joesley Batista comprou R$ 2,5 milhões em publicidade no jornal mineiro Hoje em Dia; além disso, conforme delação do empresário, Joesley comprou da Ediminas S/A – Editora Gráfica Industrial um prédio em Belo Horizonte por R$ 17 milhões; o dinheiro também teria sido repassado a Aécio

Via: Minas 247 – Além da propina em dinheiro vivo, o empresário Joesley Batista usou outros artifícios para repassar recursos para Aécio Neves.

Documentos obtidos pelo jornal Estado de S.Paulo comprovam a venda de prédio em Belo Horizonte que, conforme delação do empresário Joesley Batista, da JBS, teria como objetivo o repasse de recursos ao senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). Na transação, a J&F Investimentos, controladora da JBS, comprou da Ediminas S/A – Editora Gráfica Industrial de Minas Gerais o imóvel e um terreno ao lado da construção por R$ 17.354.824,75.

“Ainda segundo Joesley, meses antes dessa operação, R$ 2,5 milhões dos cerca de R$ 60 milhões entregues a Aécio para a campanha presidencial de 2014 foram pagos por meio da compra antecipada de publicidade no jornal Hoje em Dia.

(…)

Em depoimento à Procuradoria da República, Joesley afirmou que Aécio voltou a procurá-lo em 2015 pedindo dinheiro para pagar dívidas de campanha. No ano anterior, o tucano disputou a Presidência e já teria recebido R$ 60 milhões.

O sócio da JBS disse ter repassado R$ 17 milhões a Aécio por meio da compra superfaturada do prédio em Belo Horizonte, de propriedade de um aliado do senador. “Precisava de R$ 17 milhões e tinha um imóvel que dava para fazer de conta que valia R$ 17 milhões”, afirmou.

O empresário apresentou documentos da compra do imóvel. No contrato registrado em 30 de novembro de 2015 no cartório em Pirapora do Bom Jesus, em São Paulo, da J&F com a Ediminas, as empresas declararam que Joesley pagou R$ 14 milhões pelo prédio – uma entrada de R$ 4 milhões e dez parcelas de R$ 1 milhão. Uma primeira parcela de R$ 4 milhões não está nesse contrato.

Conforme Joesley, Aécio indicou o imóvel como forma de receber propina. Questionado se a venda fora superfaturada, Joesley disse: ‘Sem dúvida. Não estávamos atrás de comprar um prédio em Belo Horizonte’.”

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